Aula de conversação em inglês é peça-chave contra a timidez

  • terça-feira, janeiro 29, 2019
  • By Nicole
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Aula de conversação em inglês é peça-chave contra a timidez

Quem aqui está aprendendo inglês? Vocês já devem ter passado (ou irão passar) pela timidez. Porem mesmo com a timidez aprender uma nova língua é muito importante.

No Brasil, cerca de 73% dos profissionais não têm fluência em inglês. E nos últimos anos, muitos aplicativos e plataformas on-line surgiram como parceiros no aprendizado de um novo idioma. Embora esses recursos ajudem a aperfeiçoar as habilidades de leitura e escrita, para atingir uma competência comunicativa boa, é necessário trabalhar a oralidade e colocar em prática as estruturas e vocabulários aprendidos. Com isso em mente, a supervisora de ensino do CCAA, Denise Portella, dá dicas para desenrolar e treinar a comunicação oral com maior frequência e segurança.

Como a função da língua é possibilitar a comunicação, a melhor maneira de desenvolver isso é praticar. Ajuda bastante praticar conversando sobre situações reais do dia a dia. 
Mais do que crescimento pessoal, aprender inglês é um pré-requisito valioso para o mercado de trabalho. Segundo a Pesquisa dos Profissionais Brasileiros, da Catho (2014), apenas 3,9% dos trabalhadores têm fluência em inglês, enquanto 8,3% falam e escrevem bem e 14,7% falam e escrevem com certa dificuldade. O restante, que corresponde a 73,1% dos entrevistados, tem conhecimento básico para “sobrevivência” ou nenhum. O levantamento considerou as respostas de cerca de 26,5 mil pessoas.

Aula de conversação em inglês é peça-chave contra a timidez

Daí a importância de os jovens se preocuparem em aprender inglês e estarem prontos para o mercado e para a vida. A prática constante é a peça-chave. Pois “além de oferecer ao aluno a oportunidade de utilizar a língua em um contexto mais natural, a conversação promove a interação entre os colegas, o que torna as aulas mais interessantes e aumenta a motivação. Isso também permite que os estudantes se sintam mais seguros para se comunicarem, ultrapassem a barreira da vergonha e destravem, uma vez que estarão em meio a outros do mesmo nível e desempenharão atividades em situações ‘controladas’, ou seja, que têm a ver com o conteúdo trabalhado”, ressalta Denise Portella.

É importante ter em mente, também, que o aprendizado não se encerra nos limites da escola de idiomas. Atividades cotidianas são uma outra maneira de treinar. Assistir filmes em inglês, aguça a compreensão auditiva ao mesmo tempo em que facilita o entendimento da situação, com o auxílio de imagens e gestos. Audiobooks acompanhando enquanto leem ajudam a corrigir a pronuncia. Além disso, é válido praticar com os amigos e pegar as letras de músicas internacionais para cantar junto. Praticar usando outros meios e medias ajuda a se familiarizar com a pronúncia e as variadas entonações dos falantes nativos. Aprendendo novas palavras e expressões para o seu vocabulário.

“Existem várias ferramentas e atividades que auxiliam no aprendizado de um idioma, mas é com a conversação que os alunos desenvolvem as habilidades de forma mais completa e ficam bem preparados para interagir em entrevistas, reuniões de trabalho, em viagens ao exterior ou em qualquer outra situação que demande o uso da língua estrangeira”, finaliza a supervisora.

Presente no mercado há mais de 57 anos, o CCAA tem mais de 210 mil alunos matriculados em cursos de inglês e espanhol ao redor do mundo. A rede conta com cerca de 800 unidades no Brasil e também está presente em outros seis países – Estados Unidos, El Salvador, Inglaterra, México, Japão e Portugal.

Onde você pratica ou aprende inglês? O que tem te ajudado mais?
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